Kuala Lumpur, na Malásia

Chegamos a Kuala Lumpur à noite, vindos dos Emirados Árabes. Nossos amigos brasileiros que lá trabalham nos esperavam no aeroporto. A Malásia é um país que está se modernizando rapidamente, é um dos atuais tigres asiáticos, e Kuala Lumpur uma metrópole. Embora a cidade conte com uma população de 1,5 milhão de habitantes, a área metropolitana é cinco vezes maior do que isso. Foi o que constatamos ao sairmos do aeroporto, pois nossos amigos, mesmo seguindo o GPS, demoraram a achar o caminho para o centro da cidade. Passamos por bairros periféricos que assustariam a qualquer turista, se isso ocorresse no Brasil. Ao chegarmos ao centro, fomos fazer um city tour noturno, visitando a principal atração e símbolo da cidade, as torres gêmeas Petronas, consideradas as maiores do mundo. Depois, fomos ao hotel ali perto, onde nos hospedamos os quatro num quarto, dois em cama, dois no chão. A janta foi delivery de pizza. No dia seguinte, levantamos cedo e, após um bom café da manhã, fomos passear pela cidade. Visitamos os principais pontos turísticos, palácio presidencial, catedral e mesquita, mas a parada principal foi nas cavernas Batu, a 17 km ao norte da capital. Essas cavernas são uma das maiores atrações turísticas e religiosas do país, juntamente com as torres Petronas, são datadas de 400 milhões de anos e sediam importantes templos hindus. A Malásia tem uma população muçulmana, budista, hindu e cristã, a minoria, fruto da colonização portuguesa em Malaca, hoje, Melaka. De longe, já se pode avistar a estátua do gigantesco deus Murugan, com 43 metros de altura e feita de 250 toneladas de barras de aço, 1.550 metros cúbicos de concreto e 300 litros de tinta dourada. Essas cavernas atraem milhares de pessoas seguidoras do hinduísmo, e turistas como nós. Durante o Festival Hindu de Thaipusam, mais de um milhão de devotos e turistas saem em procissão do centro de Kuala Lumpur em uma caminhada de oito horas até as Cavernas Batu. É o Círio de Nazaré deles. Para se chegar aos templos, há uma escada de centenas de degraus e dezenas de macacos esperando comida dos visitantes. Após a visita, almoçamos num restaurante chinês de um shopping de Kuala Lumpur, uma das melhores comidas orientais que já comi na vida. Depois, fizemos o percurso de cerca de 350 km de Kuala Lumpur a Johor Bahru, cidade situada ao sul da península malaia, onde viviam nossos amigos e bem próximo a Singapura, aonde iríamos na noite seguinte para assistir ao Grande Prêmio de Singapura, na quela linda cidade-estado. Uma autopista maravilhosa, passando por Melaka, a antiga Malaca dos portugueses, onde não paramos, pelo adiantado das horas, o que lamentei.

 

 

 

 

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